Direito

NUPEDI ENCERRA III SEMINÁRIO TEMÁTICO

01/07/2014 -
26 de junho de 2014

O NUPEDI encerrou no dia 26 de junho o III SEMINÁRIO TEMÁTICO: “PARA UMA REVOLUÇÃO DEMOCRÁTICA DA JUSTIÇA”, pautado na obra de Boaventura de Sousa Santos com efetiva participação dos acadêmicos do curso de Direito.

Os temas discutidos foram pertinentes às escolas da magistratura, aos tribunais e movimentos sociais, ao papel do direito e dos tribunais na apreciação dos conflitos estruturais, à contra-revolução jurídica, ao novo e o velho pluralismo jurídico, aos tribunais e a mídia, à cultura jurídica e a independência judicial e foram abordados na perspectiva de repensar vários conceitos, seja de ordem teórica e/ou prática do ensino jurídico e do acesso à justiça.

Para que seja alcançado um acesso democrático, plural e efetivo à justiça, capaz de responder aos anseios da complexa sociedade brasileira, deve-se reconhecer que os direitos à educação e à informação como instrumentos emancipadores são essenciais e, bem por isso, necessários ao exercício da cidadania. Bem por isso, o NUPEDI vem discutindo autores como Paulo Freire e Boaventura de Sousa Santos em vista de incrementar as reflexões sobre a necessidade de mudança da mentalidade dos profissionais de Direito e da própria cultura jurídica que deve ser perpassada por uma conscientização cidadã e pela educação.

Assim, o seminário promovido pelo NUPEDI assume um papel importante na discussão de um ensino jurídico que contribua para a tão almejada transformação/revolução, uma vez que conta com a participação ativa de acadêmicos, professores e coordenação do curso de Direito, aprofundando as discussões em torno da democracia.

A coordenadora do curso de Direito, Mailsa Silva de Jesus, e do NUPEDI, Cleusa Bernadete Larranhagas Mamedes, ao parabenizar o desempenho dos acadêmicos e dos professores participantes no Seminário Temático ainda ponderam que “As faculdades de Direito carecem assumir que devem ser um local de diálogo, com olhar crítico sobre os acontecimentos à sua volta, reconhecendo sua responsabilidade na formação humanística para melhor realização da Justiça e do ‘justo’.