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DOCENTES DA FCARP PARTICIPAM DE CURSO NO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE MATO GROSSO

Postado por  Rafael Oliveira  |  Publicado em Direito | Quarta, 18 Outubro 2017 16:13 - Última modificação em Quarta, 18 Outubro 2017 16:41
16 de outubro de 2017.

As professoras/orientadoras do Núcleo de Práticas Jurídicas da FCARP, Alice Bernadete Parra Merino, Edna Soares da Silva e Jackeline Oliveira da Silva; juntamente com a coordenadora do Curso de Direito, Mailsa Silva de Jesus e a secretária do NPJ, Rosineis Mamedes da Silva, participaram, no dia 16 p.p, de curso de capacitação do Sistema PJe (Processo Judicial eletrônico), na Escola dos Servidores do Poder Judiciário, em Cuiabá.

O curso, promovido pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso – TJMT, teve por objetivo capacitar professores universitários e gestores que atuam em Núcleos de Práticas Jurídicas de universidades públicas e privadas para que possam melhor utilizar o sistema, dando celeridade aos procedimentos disponíveis no sistema.

O sistema Processo Judicial Eletrônico, desenvolvido pelo CNJ – Conselho Nacional de Justiça é uma realidade em Mato Grosso, já implantado em 184 órgãos julgadores do 1º e 2º Grau, entre Varas Judiciais, Centrais de Mandados, Centrais de Conciliação, juizados Especiais, Câmaras e Turma Recursal. É um aplicativo pelo qual toda a tramitação, inclusive a elaboração de peças processuais ocorre dentro da plataforma do sistema.

Apesar de ser um instrumento relativamente simples e seguro, desenvolvido com o objetivo de proporcionar maior transparência e celeridade aos processos,a capacitação dos usuários é de extrema relevância para a utilização da ferramenta de forma mais eficiente, com maior aproveitamento e desempenho, exercendo o trabalho mais rápido, evitando o risco de perder prazos processuais.

Conforme observou o diretor do Departamento de Sistemas e Aplicações da Coordenadoria de Tecnologia da Informação (CTI), Gustavo Piccin, “a página do advogado no PJe é um sistema simples, mas no caso dos Núcleos de Práticas Jurídicas, a gestão dos processos em posse do NPJ, deve ser mais acurada, exigindo a introdução de alguns conceitos”, isto porque, dadas as especificidades da atuação dos Núcleos de Práticas Jurídicas, foram necessários alguns ajustes no sistema, para permitir o acesso aos processos e funcionalidades, a professores, alunos e gestores, observadas as restrições legais impostas a cada perfil.